Sempre me orgulhei da minha independência. Não era uma daquelas pessoas que era suficientemente orgulhosa, e inconsciente, para julgar que não precisava de ninguém. Longe disso. Mas (...)
Eu podia estar sem tim. Claro que podia. Conseguia respirar, embora os pulmões se contraíssem mais com o esforço. Podia beber, mas tudo me sabia a nada, menos do que água. Podia comer, mas (...)